(Voz)- Os atores realmente lembram um casal, com vozes maduras e fortes.
(Efeitos)- Os efeitos foram bem escolhidos pela agência, e quem escuta a peça imagina uma discussão do casal em uma casa, com a TV ligada e o barulho do cachorro no quintal. Sem contar as transições dos fades de efeitos que da movimento a peça.
(Música)- É tipica de gafieira, coisa de malandro, bem a cara do marido que não foi trabalhar por causa dos signos.
(Cenário)- Como dito anteriormente é uma casa simples, cheia de cães.
A ambientalização do texto é boa. Os sons de passos, TV, cães e gatos contextualizam bem o ambiente em que se passa o texto. É fácil imaginar um homem sentado no sofá assistindo TV enquanto sua esposa atende o telefonema do chefe e em seguida ela se aproxima para informar sobre a ligação e então inicia o diálogo.
A proza começa bem, mas do meio em diante parece que se "perdem" e em alguns momentos não sei se o homem está lendo o horóscopo no jornal ou se está dialogando com a mulher, pois a entonação de voz é a mesma.
O texto, o som, a idéia é tudo muito bom. Talvez tenha faltado só um pouquinho mais de treino (ou ensaio) na interpretação do text.
As vozes escolhidas deixaram o conto ótimo porque trouxe à tona a ideia de que os dois não era um casal jovem e também deu a entender que eles tinham anos de casados. Os efeitos utilizados foram óbvios de que o casal estava dentro de casa (o marido na sala de estar vendo TV e a mulher saindo para fazer algo e encontra seu marido deitado no sofá no horário em que ele deveria estar trabalhando), barulho de passos da mulher de salto, o telefone tocando, o cachorro latindo ao fundo deixou ainda mais familiarizado com o cenário. No final foi utilizada uma música do Zeca Pagodinho (rei dos malandros) como trilha sonora no final da adaptação, portanto, a trilha sonora também foi bem escolhida, pois dá um ar de comédia e de malandragem ao marido que não queria ir trabalhar.
3 comentários:
Lucas Marim - 11200283
(Voz)- Os atores realmente lembram um casal, com vozes maduras e fortes.
(Efeitos)- Os efeitos foram bem escolhidos pela agência, e quem escuta a peça imagina uma discussão do casal em uma casa, com a TV ligada e o barulho do cachorro no quintal. Sem contar as transições dos fades de efeitos que da movimento a peça.
(Música)- É tipica de gafieira, coisa de malandro, bem a cara do marido que não foi trabalhar por causa dos signos.
(Cenário)- Como dito anteriormente é uma casa simples, cheia de cães.
A ambientalização do texto é boa. Os sons de passos, TV, cães e gatos contextualizam bem o ambiente em que se passa o texto. É fácil imaginar um homem sentado no sofá assistindo TV enquanto sua esposa atende o telefonema do chefe e em seguida ela se aproxima para informar sobre a ligação e então inicia o diálogo.
A proza começa bem, mas do meio em diante parece que se "perdem" e em alguns momentos não sei se o homem está lendo o horóscopo no jornal ou se está dialogando com a mulher, pois a entonação de voz é a mesma.
O texto, o som, a idéia é tudo muito bom. Talvez tenha faltado só um pouquinho mais de treino (ou ensaio) na interpretação do text.
Janaina Butkevicis 07002805 CSP NA 3
As vozes escolhidas deixaram o conto ótimo porque trouxe à tona a ideia de que os dois não era um casal jovem e também deu a entender que eles tinham anos de casados. Os efeitos utilizados foram óbvios de que o casal estava dentro de casa (o marido na sala de estar vendo TV e a mulher saindo para fazer algo e encontra seu marido deitado no sofá no horário em que ele deveria estar trabalhando), barulho de passos da mulher de salto, o telefone tocando, o cachorro latindo ao fundo deixou ainda mais familiarizado com o cenário. No final foi utilizada uma música do Zeca Pagodinho (rei dos malandros) como trilha sonora no final da adaptação, portanto, a trilha sonora também foi bem escolhida, pois dá um ar de comédia e de malandragem ao marido que não queria ir trabalhar.
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